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A Empresa estabelece como meta a integral preservação dos seus colaboradores, por isso não mede esforços e investimentos para superar as dificuldades e buscar índices de excelência nessa área. Tanto é que a Dedini tem intensificado suas ações, reafirmando seu compromisso com a saúde e segurança de seus colaboradores, atenta para a manutenção de práticas já aprovadas ou mesmo para a busca de outras que possam reverter alguns resultados inesperados. Na área de Segurança e Saúde Ocupacional, os programas são coordenados por uma equipe qualificada, composta por 4 Engenheiros de Segurança do Trabalho, 20 técnicos de Segurança do Trabalho, 2 Médicos do Trabalho, 1 Enfermeiro e 6 Auxiliares de Enfermagem do Trabalho. A Empresa tem redobrado os seus esforços e dinamizado suas ações para minimizar os resultados de 2008, quando houve um aumento na taxa global de acidentes de trabalho, em relação a 2007. Essa disposição para alcançar um padrão de excelência levou a direção da Empresa a reformular o setor de saúde e segurança da Dedini, integrando as duas áreas em um único e novo departamento com procedimentos e política integrados. Com isso, a Empresa espera obter maior envolvimento de todas as partes (líderes, equipes de trabalho, colaboradores, etc.) com a implantação de diretrizes de segurança e saúde ocupacional que garantam melhores resultados. Essa reformulação assegura o total atendimento às exigências legais em vigor, a adequação dos requisitos pertinentes à responsabilidade social da Empresa, crescentes exigências de métodos e sistemas de qualidade e a preservação da responsabilidade civil dos administradores da Empresa. Estabelece, ainda, entre outras diretrizes, que cada um é o sujeito de sua própria ação e, portanto, responsável pela preservação da própria saúde e integridade física e psíquica. Reafirma o dever da Dedini e das lideranças em criar condições para a preservação da saúde e para a segurança das operações, com atitudes pró-ativas e de controle de riscos. Reforça as ações e a atenção para com os recém admitidos ou transferidos para novas atividades. Intensifica os programas que obtiveram bons resultados e estabelece novos procedimentos para o trabalho tanto da equipe própria como de terceiros e prestadores de serviços, objetivando, em 2009, a redução de pelo menos 25% do número de acidentes. O ano de 2008 foi atípico em termos de crescimento de produção e horas trabalhadas. Apesar dos investimentos em segurança (implantação do programa STOP, por exemplo) e uma redução de 7,2% nos acidentes sem afastamentos, não foi possível cumprir a meta de redução de 25% no índice total de acidentes no ano. Cabe esclarecer que o sistema de regras no registro e relato de estatística de acidentes segue a recomendação da OIT e do Ministério do Trabalho. |